sábado, 31 de dezembro de 2011

Igreja do Mosteiro de St. Agostinho, V. Viçosa


Panteão da Casa de Bragança, na Igreja do Mosteiro de Santo Agostinho em Vila Viçosa. A imagem representa os túmulos do arcebispo de Évora, Dom Alexandre de Bragança e do seu sobrinho, com o mesmo nome. Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Sul, Volume II, est. 505)

Autor David Freitas
Data Fotografia 1978 ant. -
Legenda Igreja do Mosteiro de St. Agostinho, V. Viçosa
Cota DFT4612 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Cancioneiro Alentejano - Chamaste-me extravagante

Ó luar da meia-noite,
Não digas à minha amada.
Que eu passei à porta dela,
Às quatro da madrugada!


Chamaste-me extravagante
Por eu ter uma noitada
Eu sou um rapaz brilhante
Recolho de madrugada
Recolho de madrugada
Mesmo agora neste instante
Por eu ter uma noitada
Chamaste-me extravagante


Cantando ganhei dinheiro
Cantando se me acabou
Dinheiro que é mal ganhado
Água deu água o levou


Chamaste-me extravagante
Por eu ter uma noitada
Etc.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Santuário de Nossa Senhora de Aires


Nave e altar do Santuário de Nossa Senhora de Aires (concelho de Viana do Alentejo). Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Sul, Volume II).

Autor David Freitas
Data Fotografia 1978 ant. -
Legenda Santuário de Nossa Senhora de Aires
Cota DFT4708.1 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Mondadeiras

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Interior de um lagar de mel


Aspecto interior de um lagar de mel em actividade.

Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1969
Legenda Interior de um lagar de mel
Cota DFT5322 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Igreja paroquial de St. António dos Arcos


Interior da Igreja paroquial de Santo António dos Arcos (Estremoz). Esta imagem foi publicada no Inventário Artístico de Portugal, de Túlio Espanca (Inventário Artístico de Portugal, Distrito de Évora - Zona Norte, vol.II, Lisboa, Academia Nacional de Belas Artes, 1975, est. 247).

Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Igreja paroquial de St. António dos Arcos
Cota DFT4563 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

sábado, 17 de dezembro de 2011

Cancioneiro Alentejano - Ceifeira, Linda Ceifeira

O Sol é que alegra o dia
Pela manhã quando nasce
Ai de nós o que seria
Se o Sol um dia faltasse


Ceifeira!
Ceifeira, linda ceifeira!
Eu hei-de,
Eu hei-de casar contigo!
Lá nos cam ...
Lá nos campos, secos campos
Lá nos campos, secos campos,
À calma
À calma a ceifar o trigo,
Pela fo ...
Pela força do calor!
Ceifeira!
Ceifeira, linda ceifeira
Ceifeira, linda ceifeira,
Hás-de ser o meu amor!


Não é,
Não é a ceifa que mata,
Nem os ca ...
Nem os calores do “V’rão”!
É a é ...
É a erva unha-gata,
É a erva unha-gata,
Mais o cardo beija-mão!


Ceifeira!
Ceifeira, ó linda ceifeira
Eu hei-de casar contigo
Etc.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

São Bartolomeu


Escultura gótica em pedra policroma, representando São Bartolomeu, da Igreja de São Bartolomeu do Outeiro. Esta imagem foi publicada no Inventário Artístico de Túlio Espanca (Inventário Artístico de Portugal, Distrito de Évora (Zona Sul), vol.II, Lisboa, Academia Nacional de Belas Artes, 1978, est.285).

Autor David Freitas
Data Fotografia 1978 ant. -
Legenda São Bartolomeu
Cota DFT888 - Propriedade Arquivo Fotográfico da CME

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Mondadeiras


Desbastar, mondar, sachar, os campos semeados nos meses anterior, limpá-los das ervas, e regar pela manhã era este o trabalho das mondadeiras. No campo a alegria era companheira da dor e os cantares libertavam o espírito e aliviavam o trabalho.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Cancioneiro Alentejano - Está uma noite tão serena

Os corações também choram
Eu ainda não sabia
Esta noite, esta noite acordei eu
Ao pranto que o meu fazia


Está uma noite tão serena
Vêem-se estrelas brilhar
Vai amor, vai amor
Vai amor, vai amor
Vai amor, não tenhas pena
De deitar a barca ao mar
De deitar a barca ao mar
Não tenhas pena
Vêem-se as estrelas brilhar
Está uma noite tão serena


O meu amor de brioso
Não assenta o pé no chão
Assenta, assenta amorzinho
Não dês passadas em vão


Está uma noite tão serena
Vêem-se estrelas brilhar
Vai amor, vai amor
Etc.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Capela do Senhor Jesus dos Passos - Estremoz


Altar-mor da Capela do Senhor Jesus dos Passos, no Convento das Maltesas, em Estremoz. Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Norte, Volume II).

Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Capela do Senhor Jesus dos Passos - Estremoz
Cota DFT4447 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Cancioneiro Alentejano - Castelo de Beja

O meu coração
Anda adivinhando
Que há-de morrer cedo
Que há-de morrer cedo
Mas não sabe quando


Castelo de Beja
Subindo lá vai
Tu metes inveja
Castelo de Beja
Às águias reais
Às águias reais
Tu metes inveja
Subindo lá vai
Subindo lá vai
Castelo de Beja


Se eu tivesse amores
Que me têm dado
Enchia uma casa
Enchia uma casa
Até ao telhado


Castelo de Beja
Subindo lá vai
Etc.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Igreja de S. João Evangelista, em Vila Viçosa


Igreja jesuíta de São João Evangelista, em Vila Viçosa.

Autor David Freitas
Data Fotografia 1960 - 1978
Legenda Igreja de S. João Evangelista, em Vila Viçosa
Cota DFT4607 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

sábado, 3 de dezembro de 2011

Manageiro

Em todos os trabalhos havia o “Manageiro”_ este era normalmente um pouco rude tinha de manter a vigilância e a ordem sobre os seus homens de modo a que não se “aldrabasse” os trabalhos ou se “armasse” em forte trabalhando a um ritmo mais acelerado provocando os “despiques” é que daqui resultava normalmente espigas derramadas pelo chão e zangas que acabavam muitas vezes em "porrada".

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Cancioneiro Alentejano - Eu hei-de-me ir assentar (No círculo que leva a lua)

Ó luar da meia-noite
Não digas à minha amada
Que eu passei à rua dela
Às quatro da madrugada


Eu hei-de-me ir assentar
No “circo” que leva a lua
Para ver as voltas todas, tirana
Que o meu amor dá na rua


Que o meu amor dá na rua
Que o meu amor há-de dar
No “circo” que leva a lua, tirana
Eu hei-de-me ir assentar
Veja lá não se adiante
Em falar demasiado


Eu hei-de-me ir assentar
No “circo” que leva a lua
Etc.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Igreja do Cv. Nª Sª Luz de Montes Claros


Igreja do Convento de Nossa Senhora da Luz de Montes Claros, em São Tiago de Rio Moinhos (Borba). Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Sul, Volume II)

Autor David Freitas
Data Fotografia 1978 ant. -
Legenda Igreja do Cv. Nª Sª Luz de Montes Claros
Cota DFT4639 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

domingo, 27 de novembro de 2011

Cancioneiro Alentejano - Camponês Alentejano

O pobre trabalhador
Todo o mal consigo tem
Trabalha e não tem valor
No mundo não é ninguém


Camponês alentejano
Camponês agricultor
Tu trabalhas todo o ano
Dás produto ao lavrador
Dás produto ao lavrador
Tua vida é um engano
Nem por isso tens valor
Camponês alentejano


Quem canta seu mal espanta
Quem chora seu mal aumenta
Eu canto para disfarçar
Uma paixão que me apoquenta


Camponês alentejano
Camponês agricultor
Etc.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Igreja do Mosteiro de St. Agostinho, V. Viçosa


Igreja do Mosteiro de Santo Agostinho, em Vila Viçosa: capela de São Nicolau de Tolentino (património dos Mascarenhas da Gama), revestida de azulejos. Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Sul, Volume II, est. 507)

Autor David Freitas
Data Fotografia 1978 ant. -
Legenda Igreja do Mosteiro de St. Agostinho, V. Viçosa
Cota DFT4611 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Águadeira


Devido ao calor, ao pó e ao cansaço, era preciso dar água aos companheiros, estamos a falar da Àguadeira.
Levava o cântaro e o "cocho" e percorria por vezes quilometros até encontrar uma fonte.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Cancioneiro Alentejano - Estava de abalada (Lá pr'ó meu montinho)

Algum dia eu era
Agora já não
Da tua roseira
O melhor botão


‘Stava d’abalada
Lá pr’ó meu montinho
Saiu m’uma rosa
Dançando ao caminho
Como ela é linda
Como é formosa
Dançando ao caminho
Saiu m’uma rosa


Anda cá se queres
Anda cá se querias
Pelo mundo inteiro
Não faltam Marias


‘Stava d’abalada
Lá pr’ó meu montinho
Etc.

sábado, 19 de novembro de 2011

Vista parcial de Evoramonte


Vista parcial de Evoramonte, com o castelo ao fundo.

Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 dep. -
Legenda Vista parcial de Evoramonte
Cota DFT706 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Cancioneiro Alentejano - Baleisão, Baleisão

Se Baleisão fosse meu
Como eu tinha na vontade
Fazia de Beja aldeia
De Baleisão, cidade


Ó Baleisão, Baleisão,
Ó terra baleisoeira,
Eu hei-de ir pra lá morar,
Queira o teu pai ou não queira!
Queira o teu pai ou não queira,
Queira a tua mãe ou não,
Ó terra baleisoeira,
Ó Baleisão, Baleisão!


Em terra de Baleisão,
Morreu uma camponesa.
Só por querer ganhar o pão,
Para os filhos, que tristeza!


Ó Baleisão, Baleisão,
Ó terra baleisoeira,
Etc.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Armaria, paço Ducal de Vila Viçosa


Armaria do Paço Ducal de Vila Viçosa (Paço dos Duques de Bragança). A Armaria ocupa as salas térreas do Paço primitivo de Dom Jaime. Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Sul, Volume II, est. 14)

Autor David Freitas
Data Fotografia 1960 - 1978 ant.
Legenda Armaria, paço Ducal de Vila Viçosa
Cota DFT905 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

domingo, 13 de novembro de 2011

Vaqueiros


Pessoa que tem a seu cargo uma manada de bois e vacas...é também da sua responsabilidade a ordenha das vacas e muita das vezes os partos.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Cancioneiro Alentejano - É tão grande o Alentejo

Daqui para a minha terra
Tudo é caminho e chão
Tudo são cravos e rosas
Tudo são cravos e rosas
Dispostos por minhas mãos


É tão grande o Alentejo
Tanta terra abandonada
A terra é que dá o pão
Para bem desta nação
Devia ser cultivada
Tem sido sempre esquecido
Da margem ao sul do Tejo
Há gente desempregada
Tanta terra abandonada
É tão grande o Alentejo


Nesses campos solitários
Onde a desgraça me tem
Brado ninguém me responde
Olho, não vejo ninguém


É tão grande o Alentejo
Tanta terra abandonada
Etc.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Claustro do Cv. das Maltesas, em Estremoz


Vista parcial do claustro do Convento das Maltesas, em Estremoz

Autor David Freitas
Data Fotografia 1960 - 1970
Legenda Claustro do Cv. das Maltesas, em Estremoz
Cota DFT453 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Cancioneiro Alentejano - A Aurora vive na serra

Das cento e sessenta e oito
Das cento e sessenta e oito
Horas que a, horas que a semana tem
Vem passar uma comigo
Vem passar uma comigo
Oh meu aaa, oh meu aaadorado bem


Aurora vive na serra
Aurora vive na serra
Não sei como, não sei como, não tem medo
Faz a cama e dorme só
Faz a cama e dorme só
Debaixo, debaixo do arvoredo


Andas morta por saber
Andas morta por saber
Onde eu faço, onde eu faço a minha cama
À embeirada do rio
À embeirada do rio
À sombra, à sombra da espadana


Aurora vive na serra
Aurora vive na serra
Etc.

sábado, 5 de novembro de 2011

Ermida de São Bento, em Vila Viçosa


Ermida de São Bento (concelho de Vila Viçosa). A nave está revestida de frescos (c. 1711) e a capela-mor, reformada em 1778, apresenta um retábulo de mármore. Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Sul, Volume II, est. 537).

Autor David Freitas
Data Fotografia 1978 ant. -
Legenda Ermida de São Bento, em Vila Viçosa
Cota DFT4609 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Pastor

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Cancioneiro Alentejano - É lindo na Primavera

Toda a noite canta, canta
Lá na fonte o rouxinol
Nós cantamos todo o dia
Nós cantamos todo o dia
Do nascer ao pôr-do-sol


É lindo na Primavera
Ver searas ondular
Subir ao alto do monte
Beber água em qualquer fonte
Ouvir os grilos cantar
Ver os rebanhos de gado
Nos verdes campos pastar
Rapazes e raparigas
Cantando lindas cantigas
Nos campos a trabalhar


Cantavam dois passarinhos
Cantigas ao desafio
Um no tronco empoleirado
Um no tronco empoleirado
Outro na margem do rio


É lindo na Primavera
Ver searas ondular
Etc.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Borba


Aspecto interior da Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Borba. Esta imagem foi publicada no Inventário Artístico de Túlio Espanca (Inventário Artístico de Portugal, Distrito de Évora - zona Sul, vol. II, Lisboa, ANBA, 1978, est. 160).

Autor David Freitas
Data Fotografia 1978 ant. -
Legenda Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Borba
Cota DFT797 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

sábado, 29 de outubro de 2011

Gastronomia Tradicional Alentejana - Açorda à Alentejana

Ingredientes:
1 bom molho de coentros (ou um molho pequeno de poejos ou uma mistura das duas ervas),
2 a 4 dentes de alho,
1 colher de sopa bem cheia de sal grosso,
4 colheres de sopa de azeite,
1/5 litro de água a ferver,
400 gramas de pão caseiro (duro),
4 ovos.


Preparação:
Pisam-se num almofariz, reduzindo-os a papa, os coentros (ou os poejos) com os dentes de alho, a que se retirou o grelo, e o sal grosso.
Deita-se esta papa na terrina ou numa tigela. Rega-se com azeite e escalda-se com água a ferver, onde previamente se escalfaram os ovos (de onde se retiraram). Mexe-se a açorda com uma fatia de pão grande, com que se prova a sopa. Introduz-se então no caldo do pão, que foi ou não cortado em fatias ou em cubos, ou partido à mão, conforme o gosto. Os ovos são colocados no prato ou sobre as sopas na terrina.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Traje de Lavadeira Alentejana


A Lavadeira com uma trouxa na cabeça tinha que percorrer muita das vezes uma longa caminhada até chegar ao rio ou ribeiro, para aí lavar a roupa.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

domingo, 23 de outubro de 2011

Cancioneiro Alentejano - Aurora tem um menino

Uma mãe que um filho embala,
Oh meu lindo amor,
Às vezes põe-se a chorar,
Oh meu lindo amor,
Oh meu lindo bem!
Só por não saber a sorte
Oh meu lindo amor!
Que Deus tem para lhe dar,
Oh meu lindo amor,
Oh meu lindo bem!


Aurora teve um menino
Mas tão pequenino
O pai quem será?
É o Chico da Amieira
Que foi pr’a Figueira
Mais tarde virá!
No adro de S. Vicente,
Onde há tanta gente
Aurora não está!
Aurora foi para o convento
Mas há tanto tempo,
Mas quando virá!


Quando eu não tinha dava
Oh meu lindo amor,
Agora tenho e não dou
Oh meu lindo amor,
Oh meu lindo bem!
Vai pedir a quem não tenha,
Oh meu lindo amor,
Que eu em não tendo te dou,
Oh meu lindo amor,
Oh meu lindo bem!


Aurora tem um menino,
Mas tão pequenino
Etc.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Igreja do Calvário, no Redondo


Igreja do Calvário, no Redondo. Aspecto parcial da nave, coro e grade férrea da Capela da Ordem Terceira de São Francisco. Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Sul, Volume II)

Autor David Freitas
Data Fotografia 1978 ant. -
Legenda Igreja do Calvário, no Redondo
Cota DFT935 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Gastronomia Tradicional Alentejana - Açorda Alentejana de Bacalhau


Ingredientes:
4 dl azeite
Vinagre e sal q.b.
4 lombos de bacalhau
400 gr de pão alentejano
4 ovos
2 litros de água
6 dentes de alho
1 molho de coentros



Preparação:
Num recipiente alto, coloque os coentros previamente lavados e escolhidos, os dentes de alho, o sal e o azeite. Com a varinha mágica triture muito bem todos os ingredientes até ficarem em papa.
Ponha água ao lume a ferver com um fiozinho de azeite, e coza o bacalhau durante mais ou menos 5 minutos.
Ponha ao lume uma caçarola com água e um pouco de vinagre. Quando a água estiver a ferver escalfe os ovos que irá utilizar na açorda. Logo que os ovos estejam no ponto, retire-os e coloque-os num recipiente com água fria, afim de parar a cozedura.
Coloque a papa dos coentros dentro de uma terrina, verta a água onde cozeu o bacalhau que deverá estar a ferver (se não quiser poderá juntar apenas água fervida, ou a água onde escalfou os ovos).
Rectifique de sal, introduza o pão alentejano cortado muito fininho, os ovos e o bacalhau.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

sábado, 15 de outubro de 2011

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Cancioneiro Alentejano - As nuvens que andam no ar

Ontem à noite à meia noite
Ouvi cantar e chorei
Lembrei-me da mocidade
Que tão criança a deixei


As nuvens que andam no ar
Arrastadas pelo vento
Foram buscar água ao mar
P’ra regar em todo o tempo
P’ra regar em todo o tempo
Em todo o tempo regar
Arrastadas pelo vento
As nuvens que andam no ar


O cantar à meia-noite
É um cantar excelente
Acorda quem está dormindo
Melhora quem está doente


As nuvens que andam no ar
Arrastadas pelo vento
Etc.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Solar da Sempre Noiva, em Arraiolos


Solar da Sempre Noiva, em Arraiolos. Autor David Freitas Data Fotografia 1960 - 1970 Legenda Solar da Sempre Noiva, em Arraiolos Cota DFT486 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

domingo, 9 de outubro de 2011

Gastronomia Tradicional Alentejana - Açorda com Sardinhas Assadas

Ingredientes:
Alho
Coentros ou poejos
Azeite
Água a ferver
Pão cortado em pequenos cubos


Preparação:
Depois de picar os coentros e o alho junte-lhe o sal e pise tudo muito bem, até obter uma espécie de massa que deve deitar no recipiente de ir à mesa.
Junte-lhe depois o azeite e logo a seguir a água a ferver. Prove se o sal está a gosto. Em caso afirmativo junte-lhe o pão e sirva imediatamente acompanhado com sardinhas assadas e azeitonas ou ainda com ovos escalfados.
A quantidade de pão deve ser regulada pelo número de pratos a servir, para que não exceda em relação à água, que deixaria a sopa sem o aspecto desejado.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Cancioneiro Alentejano - As Mondadeiras Contando

Quantas papoilas se avistam
Além naqueles trigais
Tantas como beijos deram
Mondadeiras e zagais


As mondadeiras contando
Suas penas, seus amores,
Não cantam, estão rezando
Num altar cheio de flores
Num altar cheio de flores,
Cada uma é um desejo,
Os Anjinhos são pastores
A capela, o Alentejo


Searas, verdes searas,
Mondadas com tanto gosto
São verdes na Primavera,
Doiradas no mês de Agosto


As mondadeiras contando
Suas penas, seus amores,
Etc.

sábado, 1 de outubro de 2011

Igreja Matriz de São Salvador de Veiros


Igreja Matriz de São Salvador de Veiros (Concelho de Estremoz)

Autor David Freitas
Data Fotografia 1960 - 1970
Legenda Igreja Matriz de São Salvador de Veiros
Cota DFT6131.1 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Igreja de N. Sª da Consolação, em Estremoz


Nave e capela-mor da Igreja do Convento de Nossa Senhora da Consolação, em Estremoz. Esta imagem foi publicada no Inventário Artístico de Portugal, de Túlio Espanca (Inventário Artístico de Portugal, Distrito de Évora - Zona Norte, vol.II, Lisboa, Academia Nacional de Belas Artes, 1975, est. 205).

Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Igreja de N. Sª da Consolação, em Estremoz
Cota DFT4544 - Propriedade Arquivo Fotográfico da CME

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ermida de Nª Sª dos Anjos, no Redondo


Fachada da Ermida de Nossa Senhora dos Anjos, no Redondo.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1978 ant. -
Legenda Ermida de Nª Sª dos Anjos, no Redondo
Cota DFT928 - Propriedade Arquivo Fotográfico

domingo, 25 de setembro de 2011

Porta dos Currais, em Estremoz


Porta dos Currais (1682) da Fortificação de Estremoz . Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Norte, Volume II).

Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Porta dos Currais, em Estremoz
Cota DFT627 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Portal da Capela de Dom Fradique de Portugal


Portal da Capela de Dom Fradique de Portugal, na Igreja de São Francisco de Estremoz. Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Norte, Volume II).

Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Portal da Capela de Dom Fradique de Portugal
Cota DFT4526 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Vista de Arraiolos

Largo de Arraiolos, vendo-se à esquerda a Ermida de São Romão - Nossa Senhora dos Remédios.

Autor David Freitas
Data Fotografia 1960 - 1970
Legenda Vista de Arraiolos
Cota DFT895 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Claustro do Convento do Calvário


Autor Mário Gama Freixo
Data Fotografia 1900 - 1920
Legenda Claustro do Convento do Calvário
Cota GPE0017 - Propriedade Grupo Pró-Évora

sábado, 17 de setembro de 2011

Plateia do Cine-Teatro Curvo Semedo

Plateia do Cine-Teatro Curvo Semedo, em Montemor-o-Novo. O projecto é da autoria do Arquitecto Rui Lino e a sua construção iniciou-se em 1925. Foi inaugurado em 1960.

Autor David Freitas
Data Fotografia 1960 - 1970
Legenda Plateia do Cine-Teatro Curvo Semedo
Cota 2771.1 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Vista parcial de Vila Viçosa


Vista parcial de Vila Viçosa (tomada a partir do Castelo) vendo-se, ao fundo, a Igreja de São João Evangelista.

Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1978 ant.
Legenda Vista parcial de Vila Viçosa
Cota DFT6160 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Rua de Monsaraz, junto à Igreja Matriz e Pelourinho


Rua de Monsaraz, junto à Igreja Matriz e Pelourinho.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1970
Legenda Monsaraz
Cota DFT1028 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Aldeia da Torre de Coelheiros


Vista parcial da Aldeia da Torre de Coelheiros.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1966
Legenda Aldeia da Torre de Coelheiros
Cota DFT2785 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Torre de Menagem do Castelo de Estremoz

Autor David Freitas
 Data Fotografia 1960 - 1970
 Legenda Torre de Menagem do Castelo de Estremoz 
Cota DFT629 - Propriedade Arquivo Fotográfico CMe

domingo, 11 de setembro de 2011

Paços da Audiência de Dom Dinis, em Estremoz


Paços da Audiência de Dom Dinis, em Estremoz (vista parcial da galeria gótica, torre manuelina e capela-mor da Ermida do Senhor Jesus dos Inocentes). Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Norte, Volume II).
Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Paços da Audiência de Dom Dinis, em Estremoz
Cota DFT661 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

sábado, 10 de setembro de 2011

Igreja da St. Casa da Misericórdia de Cabeção

Interior da Igreja da Santa Casa da Misericórdia de cabeção (Mora). Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Norte, Volume II)
Autor David Freitas 
Data Fotografia 1975 ant. - 
Legenda Igreja da St. Casa da Misericórdia de Cabeção 
Cota DFT4434 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Abóbada da Igreja de S. Bartolomeu, em Borba


Abóbada nervurada da nave da Igreja Paroquial de São Bartolomeu, em Borba. A decoração da abóbada é composta por frescos e azulejos polícromos, com diferentes padrões seiscentistas.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1978 ant. -
Legenda Abóbada da Igreja de S. Bartolomeu, em Borba
Cota DFT825 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Igreja da Santa Casa da Misericórdia de V. Viçosa


Interior Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Vila Viçosa, vendo-se o púlpito de 1568 e o Altar de Nossa Senhora do Loreto (c. 1730). Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Sul, Volume II, est. 586)
Autor David Freitas
Data Fotografia 1978 ant. -
Legenda Igreja da Santa Casa da Misericórdia de V. Viçosa
Cota DFT4603 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Ermida de São Bento, Alandroal


Nave da Ermida de São Bento (Alandroal).
Autor David Freitas
Data Fotografia 1960 - 1978
Legenda Ermida de São Bento, Alandroal
Cota DFT723 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Menir do Outeiro


Retrato do Dr. Henrique Leonor Pina (?) e do Dr. Pires Gonçalves (?) junto do Menir do Outeiro.

Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1970
Legenda Menir do Outeiro
Cota DFT1039 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Solar da Torre de Coelheiros


Ruinas do Solar da Torre de Coelheiros (solar fortificado do séc. XIV). Imagem publicada no Inventário Artístico de Túlio Espanca (Concelho de Évora, Vol.II. 
Autor David Freitas
Data Fotografia 1966 ant. -
Legenda Solar da Torre de Coelheiros
Cota DFT2786 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

domingo, 4 de setembro de 2011

Igreja de S. Pedro em Evoramonte


Interior da Igreja Paroquial de São Pedro, em Evoramonte.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Igreja de S. Pedro em Evoramonte
Cota DFT4309 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
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