sábado, 31 de março de 2012

Capela-mor da Ig. do Salvador de Arraiolos


"Calvário": altar de talha barroca da capela-mor da Igreja de São Salvador (primitiva Matriz de Arraiolos). Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Norte, Volume II).


Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Capela-mor da Ig. do Salvador de Arraiolos
Cota DFT467 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quinta-feira, 29 de março de 2012

Convento de Santo António em Montemor-o-Novo


Autor David Freitas
Data Fotografia 1971 -
Legenda Convento de Santo António em Montemor-o-Novo
Cota DFT523 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

terça-feira, 27 de março de 2012

Solar da Sempre Noiva, em Arraiolos


Autor David Freitas
Data Fotografia 1960 - 1970
Legenda Solar da Sempre Noiva, em Arraiolos
Cota DFT489 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

domingo, 25 de março de 2012

Gastronomia Tradicional Alentejana - Boleima Alentejana

Ingredientes:
500 g de farinha
200 g de açúcar amarelo
3 ovos inteiros
2 dl de azeite ou óleo
2 dl de leite c/ café ou só leite ou só café
raspa de limão (facultativo)
1 colher de café de fermento em pó


Preparação:
Mistura-se tudo muito bem, depois bate-se com a mão de modo a envolver, e fazer uma massa homogénea e compacta. Unta-se previamente um tabuleiro com óleo ou azeite, e deita-se a massa.
Seguidamente com as costas de uma faca como que vincando, dá-se uns golpes na massa superficialmente não profundos.
Primeiro efectua-se o corte ao alto; depois o corte atravessado.
Em seguida, espalha-se por cima açúcar amarelo e canela de modo a cobrir a superfície da massa no total.
E vai ao forno quente, cerca de 40 minutos mais ou menos, até estar alourado, para melhor verificação da cozedura da massa espetasse-lhe um palito e se este sair seco está no ponto...

sexta-feira, 23 de março de 2012

Cancioneiro Alentejano - Igreja da nossa terra

Pecamos por más acções
Palavras e pensamentos
Esqueceram-se as orações
Que há nos dez mandamentos


Igreja da nossa terra
Que estás tão bonita agora
Com sua imagem lá dentro
Linda branquinha por fora
Eu cantando peço a Deus
Haja paz não haja guerra
Que estás tão bonita agora
Igreja da nossa terra


Quem faz o bem tem o bem
Quem faz o mal tem o mal
Eis que não escapa ninguém
No seu juízo final


Igreja da nossa terra
Que estás tão bonita agora
Etc.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Ig. matriz de Nª Sª Assunção, Redondo


Capela lateral (lado da Epístula) da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção, no Redondo. Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Sul, Volume II)

Autor David Freitas
Data Fotografia 1978 ant. -
Legenda Ig. matriz de Nª Sª Assunção, Redondo
Cota DFT4664 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

segunda-feira, 19 de março de 2012

Vista parcial de Estremoz


Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1970
Legenda Vista parcial de Estremoz

sábado, 17 de março de 2012

Rua de Monsaraz


Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1970
Legenda Rua de Monsaraz
Cota DFT1025 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quinta-feira, 15 de março de 2012

Gastronomia Tradicional Alentejana - Berbigões à Alentejana

Ingredientes:
1,5 kg. de berbigões
0,5 dl. de azeite
2 dentes de alho
1 molho de coentros
1 colher de sobremesa de colorau
1 bom tomate maduro
pimenta

Preparação:
Lave os berbigões e meta-os em água com sal, durante duas a três horas, para perderem a areia. Depois, lave-os muito bem. Deite numa frigideira o azeite. À parte, deve já ter os alhos e os coentros picados separadamente. Leve o azeite ao lume e junte um pouco de alho picado. Logo que comece a estalar, junte alguns berbigões e tape a frigideira com uma tampa. Deixe-os abrir, polvilhe com coentros picados e retire-os, depois, com uma escumadeira. Vá repetindo a operação enquanto se vão comendo os que estão prontos.

terça-feira, 13 de março de 2012

Cancioneiro Alentejano - Grândola Vila Morena

Grândola Vila Morena
Terra da Fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti ó cidade


Dentro de ti ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da Fraternidade
Grândola Vila Morena


Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola Vila Morena
Terra da Fraternidade


Terra da Fraternidade
Grândola Vila Morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena


À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade


Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade

domingo, 11 de março de 2012

Ermida de São Bento, em Vila Viçosa


Aspecto interior da Ermida de São Bento, em Vila Viçosa. A nave está revestida de pinturas a fresco, datadas de 1711.

Autor David Freitas
Data Fotografia 1966 ant. -
Legenda Ermida de São Bento, em Vila Viçosa
Cota DFT4608.2 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

sexta-feira, 9 de março de 2012

Interior da Ig. da St. Casa da Misericórdia



Aspecto interior da Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Montemor-o-Novo. Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Norte, Volume II).

Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Interior da Ig. da St. Casa da Misericórdia
Cota DFT4484 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 7 de março de 2012

Sala Capitular do Cv. S. Francisco


Aspecto parcial da Sala Capitular do Convento de São Francisco, em Montemor-o-Novo. Esta imagem foi publicada no Inventário Artístico de Portugal, de Túlio Espanca (Espanca, Túlio, Inventário Artístico de Portugal, Volume VIII, Distrito de Évora - Zona Norte, Lisboa, Academia Nacional de Belas Artes, 1975, est.56).

Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Sala Capitular do Cv. S. Francisco
Cota DFT522 - Propriedade Arquivo Fotográfico da CME

segunda-feira, 5 de março de 2012

Gastronomia Tradicional Alentejana - Assado de Peixe

Ingredientes:
1 kg de peixe do rio (achigãs ou barbos)
1 molho de poejos
sal q.b.
malagueta
2 dl de azeite
2 dentes de alho
1 dl de vinagre


Preparação:
Amanhe o peixe e dê-lhe uns golpes. Seguidamente, grelhe-o em lume de carvão e coloque-o numa travessa.
Num almofariz, pise as folhas de poejo, os dentes de alho, a malagueta e sal a gosto. Regue a mistura com o azeite, o vinagre e o molho que o peixe entretanto libertou na travessa. Regue o peixe com a mistura e acompanhe com batata cozida.

sábado, 3 de março de 2012

Cancioneiro Alentejano - Fui-te ver 'stavas lavando

Quem inventou a partida
Quem inventou a partida
Não sabia o que era amar
Quem parte parte sem vida
Quem parte parte sem vida
Quem fica fica a chorar


Fui-te ver ‘stavas lavando
Fui-te ver ‘stavas lavando
No rio sem assabão
Lavas-te em águas de rosas
Lavas-te em águas de rosas
Ficou-te o cheiro na mão
Ficou-te o cheiro na mão
Ficou-te o cheiro na mão
Ficou-te o cheiro no fato
Se eu morrer e tu viveres
Se eu morrer e tu viveres
Adora-me o meu retrato
Adora-me o meu retrato
Adora-me o meu retrato
Adora o meu coração
Fui-te ver ‘stavas lavando
Fui-te ver ‘stavas lavando
No rio sem assabão


Oh meu amor quem me dera
Trazer-te no coração
Trazer-te no coração
Onde não te desse o sol
Nem de Inverno nem de Verão
Nem de Inverno nem de Verão


Fui-te ver ‘stavas lavando
Fui-te ver ‘stavas lavando
No rio sem assabão
Etc.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Vista parcial do claustro do Convento das Maltesas


Autor David Freitas
Data Fotografia 1960 - 1970
Legenda Vista parcial do claustro do Convento das Maltesas
Cota DFT454 - Propridedade Arquivo Fotográfico CME
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Postagens populares

Recomendamos